sexta-feira, 28 de março de 2014
Os dez pressupostos andragógicos da aprendizagem do adulto: um olhar diferenciado na educação do adulto
03/06/2013
Autor: Prof. Enilton Ferreira Rocha
Refletir sobre e compreender alguns pressupostos andragógicos e as suas possibilidades na ação de orientação da aprendizagem do adulto tem sido uma grande preocupação não só dos professores e tutores, mas, também, de gestores acadêmicos e corporativos preocupados com a relação entre os objetivos educacionais e o alcance de metas na aprendizagem. O estudo da andragogia e de alguns dos seus pressupostos derivados dessa ciência pode abrir caminhos para novos rumos e estratégias de aprendizagem tanto no mundo empresarial quanto no acadêmico. Revela em suas concepções e conceitos aspectos teóricos, filosóficos e práticos de fundamental importância para aqueles que almejam explorar nas competências do adulto, características que lhes são peculiares e que fazem a diferença em processos de aprendizagem quando inseridas no contexto educacional que valoriza a experiência de vida, a visão crítica e a capacidade de intervenção do adulto como o centro das atenções.
Nesse contexto, os pressupostos andragógicos se apresentam como elementos facilitadores, articuladores e orientadores na relação de aprendizagem entre adultos.
Clique aqui para fazer download do texto completo
Autor: Prof. Enilton Ferreira Rocha
Refletir sobre e compreender alguns pressupostos andragógicos e as suas possibilidades na ação de orientação da aprendizagem do adulto tem sido uma grande preocupação não só dos professores e tutores, mas, também, de gestores acadêmicos e corporativos preocupados com a relação entre os objetivos educacionais e o alcance de metas na aprendizagem. O estudo da andragogia e de alguns dos seus pressupostos derivados dessa ciência pode abrir caminhos para novos rumos e estratégias de aprendizagem tanto no mundo empresarial quanto no acadêmico. Revela em suas concepções e conceitos aspectos teóricos, filosóficos e práticos de fundamental importância para aqueles que almejam explorar nas competências do adulto, características que lhes são peculiares e que fazem a diferença em processos de aprendizagem quando inseridas no contexto educacional que valoriza a experiência de vida, a visão crítica e a capacidade de intervenção do adulto como o centro das atenções.
Nesse contexto, os pressupostos andragógicos se apresentam como elementos facilitadores, articuladores e orientadores na relação de aprendizagem entre adultos.
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quinta-feira, 13 de março de 2014
Estratégia para publicação de artigos
Técnicas para produção eficaz de conteúdo para blogs e sites
Isso não significa que, se essas medidas não forem tomadas, seu blog não aparecerá, mas será mais demorado alcançar este objetivo.
Geralmente, os internautas fazem perguntas. Então, ao elaborar seu título, procure responder as possíveis perguntas de seu público.
Não escreva títulos grandes. No máximo, 60 caracteres são aceitáveis pelo Google.
Para resolver essa questão, escreva sobre o tema a partir do seu ponto de vista, utilizando, no máximo, um pequeno trecho do original, colocando-o entre aspas e citando a fonte com hyperlink.
Técnicas para o leitor
○ Originalidade: Quando
lemos o conteúdo de um blog, entendemos que aquela pessoa que escreve é
um formador de opinião, e não um copiador de ideias que, simplesmente,
usa “CTRL+C” e “CTRL+V” e desvia o crédito do verdadeiro autor.
○ Qualidade: É
fundamental trabalhar com dedicação no texto que está sendo elaborado,
sempre adotando uma linguagem completa e de fácil entendimento para a
boa compreensão do seu público-alvo.
○ Objetivo: Quando
produzimos conteúdos, estes precisam ser compactos, pois muita
informação assusta o leitor. Hoje, é comum, nas grandes cidades, o
uso de smartphones e tablets, por isso textos longos não são bem
aceitos.
○ Criatividade (fotos,
vídeos, áudios): Deixe seu texto mais rico em informações, ilustre-o com
fotos, vídeos e, quando possível, insira áudios. Um texto que se
utiliza destes recursos segura, por mais tempo, seu leitor.
Atenção! Só coloque recursos multimídia (áudio, vídeo e foto) que tenham relação com o conteúdo.
Importante: Não faça do seu blog um fotolog
(canal para fotos) ou um videolog (canal para vídeos). Lembre-se que o
blog é um canal, no qual podemos utilizar recursos multimídia, porém o
enfoque principal é o conteúdo em texto.
○ Links para outros artigos:
Um outro recurso que permite divulgar mais o seu contéudo, é
justamente o link para outros artigos do seu blog que falem de assuntos
associados ao tema em questão.
○ Links para mídias: permita
que todas as postagens ofereçam botões para que o leitor compartilhe o
conteúdo para as mídias sociais (veremos como fazer isso em “Plugins“).
○ Área de comentário:
Tente responder todos os comentários no mesmo instante ou, no máximo,
no mesmo dia. Assim, você ganhará mais credibilidade com seu leitor.
Técnicas para mecanismo de busca (SEO)
Todas as informações, que serão passadas
nas próximas linhas, são exclusivamente voltadas para as técnicas de
SEO, embora elas não se limitem apenas a essas práticas. Aqui estão
somente algumas consideradas entre as mais importantes.
○ Frequência: É necessário que você adote um ritmo à publicação de seus artigos, para que seu blog possa ficar bem posicionado no Google.
Segundo estudos, para um blog recém-criado
aparecer nas primeiras posições de busca, será necessário um trabalho
de postagens diárias durante os seis primeiros meses de vida deste
canal; depois disto, é preciso manter um ritmo de frequência.
Isso não significa que, se essas medidas não forem tomadas, seu blog não aparecerá, mas será mais demorado alcançar este objetivo.
○ Título : Esta é uma
parte fundamental dentro do SEO, pois, quando o internauta realiza uma
consulta no mecanismo de busca, este será um dos primeiros locais que o
sistema procurará em seu blog.
Dê qualidade aos seus títulos. Não seja
filósofo, mas objetivo na elaboração do título de seu artigo. Coloque-se
no lugar do leitor; agindo assim, a garantia do seu blog ser encontrado
e aparecer nas primeiras páginas será maior.
Geralmente, os internautas fazem perguntas. Então, ao elaborar seu título, procure responder as possíveis perguntas de seu público.
Não escreva títulos grandes. No máximo, 60 caracteres são aceitáveis pelo Google.
○ Subtítulo: Geralmente, as pessoas trabalham o título, mas se esquecem de um recurso adicional que faz a diferença: o subtítulo.
O subtítulo nada mais é do que a primeira
linha de sua área de texto, colocada em negrito para ser reconhecida
pelos mecanismos de busca.
A vantagem do subtítulo é a flexibilidade de escrever um texto mais amplo, não precisando se limitar apenas aos 60 caracteres do título; além de ser utilizado, estrategicamente, como complemento do título, de modo a dar outra alternativa para o conteúdo ser encontrado.
A vantagem do subtítulo é a flexibilidade de escrever um texto mais amplo, não precisando se limitar apenas aos 60 caracteres do título; além de ser utilizado, estrategicamente, como complemento do título, de modo a dar outra alternativa para o conteúdo ser encontrado.
○ Texto: A produção do
seu artigo precisa ser estratégica. Você precisa pensar no seu
público-alvo e nas possíveis palavras que serão procuradas por
ele dentro do seu texto. Estes serão os pontos-chaves do conteúdo
escrito.
Criatividade na produção de um post é
fundamental. É importante ressaltar também que é PROIBIDO copiar
conteúdo. Na verdade, isso sempre foi ilegal, porém, agora, isso tem um
peso para o Google e implica punições aos canais que realizam essa
prática.
O mecanismo compara conteúdos semelhantes.
O blog que postou primeiro é conhecido como “conteúdo original”, sendo
interpretado como plágio todos os outros que forem postados
posteriormente.
Lembre-se: Mesmo que você autorize a copia de um conteúdo, não adiantará, pois o Google fará análise baseada em conteúdo e data.
Para resolver essa questão, escreva sobre o tema a partir do seu ponto de vista, utilizando, no máximo, um pequeno trecho do original, colocando-o entre aspas e citando a fonte com hyperlink.
○ Tags: Também conhecida
como palavra-chave. Quando escrevemos um artigo precisamos pensar na
palavra-chave central, aquele que é o foco principal do seu conteúdo.
Há usuários que, para promover seus
canais, colocam, no final do artigo, uma espécie de assinatura,
inserindo palavras iguais em todos os posts. Isso é uma técnica ilegal e
passível de punição pelo Google.
O correto para um bom uso das tags é
sempre destacar os pontos importantes de cada conteúdo publicado, de tal
forma que cada post tenha o seu fator de relevância. Assim, o conjunto
de todos os assuntos publicados vai permitir a propagação de seu blog
pela diversidade de informações que ele contém.
○ Categorias: Além de ser
fundamental para segmentar os assuntos em seu blog e facilitar a
localização deles por parte do leitor, a categoria também funciona como
uma palavra estratégica para os mecanismos de busca. Isto, é claro,
só funcionará se os nomes dados às categorias forem objetivos,
correspondendo aos termos procurados pelo internauta.
Exemplo:
A categoria “relacionamento” contém todos os artigos atribuídos a este tema; ao mesmo tempo, ela é uma palavra muito procurada nos mecanismos de busca. Logo, se no blog há uma categoria com este nome, o sistema de busca também o encontrará.
A categoria “relacionamento” contém todos os artigos atribuídos a este tema; ao mesmo tempo, ela é uma palavra muito procurada nos mecanismos de busca. Logo, se no blog há uma categoria com este nome, o sistema de busca também o encontrará.
○ Imagem, áudio e vídeo:
Ao inserir uma imagem no blog, antes de
postá-la é necessário inserir um texto para identificá-la. Essa ação, no
WordPress, é onhecida como ”texto alternativo”, pois permitirá que o
Google reconheça a imagem como um conteúdo dentro do seu blog. Caso
contrário, é como se a imagem não existisse ali.
Regra padrão para áudio, foto e vídeo: Todas as postagens que contenham esses itens [áudio, foto e vídeo] precisam, necessariamente, de um texto introdutório estratégico, pois é, deste texto, que serão extraídas as tags.
Regra padrão para áudio, foto e vídeo: Todas as postagens que contenham esses itens [áudio, foto e vídeo] precisam, necessariamente, de um texto introdutório estratégico, pois é, deste texto, que serão extraídas as tags.
○ Links para outros artigos / blogs:
Esta é uma técnica de SEO antiga,
porém ainda eficaz. Quando um link é utilizado para relacionar outros
artigos dentro do seu blog,
ele aumenta a taxa de permanência dos seus leitores, o que é bem-visto pelos mecanismos de busca.
Quando você escreve artigos e aponta a referência para outros blogs, isso ajudará também na sua reputação, pois você está formando uma rede de comunicação com outros canais na web.
ele aumenta a taxa de permanência dos seus leitores, o que é bem-visto pelos mecanismos de busca.
Quando você escreve artigos e aponta a referência para outros blogs, isso ajudará também na sua reputação, pois você está formando uma rede de comunicação com outros canais na web.
○ O que não fazer:
Esses são apenas alguns exemplos importantes:
- Copiar conteúdo de outro canal;
- Excluir artigos e páginas do blog;
- Renomear link do título (para fazer isto é preciso ativar um plugin);
- Inserir foto sem descrição na área de “texto alternativo” para blogs Wordpress;
- Tags em excesso;
- layouts do blog com muitos efeitos;
- Áudio/vídeo em execução automática.
- Copiar conteúdo de outro canal;
- Excluir artigos e páginas do blog;
- Renomear link do título (para fazer isto é preciso ativar um plugin);
- Inserir foto sem descrição na área de “texto alternativo” para blogs Wordpress;
- Tags em excesso;
- layouts do blog com muitos efeitos;
- Áudio/vídeo em execução automática.
10 dicas para melhorar o posicionamento do seu site ou blog
Acompanhe estas 10 dicas que irão ajudar o melhor posicionamento do site ou blog
Sabemos que não basta simplesmente ter um canal na internet e ficar publicando um artigo seguido do outro, sem utilizar as técnicas de SEO ”Search Engine Optimization” (numa tradução livre , podemos dizer que SEO são técnicas para colocar seu site nas primeiras posições dos mecanismos de busca, como o Google por exemplo).
Vejamos uma lista com 10 dicas importantes.
1 – Palavra chave no título
Quando você escreve um artigo naturalmente faz para um público-alvo, logo, precisará descobrir qual é a palavra mais importante para inserir no título, no sub-título, no parágrafo e na área de descrição de seu artigo.
É fundamental descobrir aquela palavra que possivelmente o internauta usará para encontrar seu conteúdo .
2 – Linkar para artigos internos e externos (Link Building)
Outro fator importante e estratégico é linkar seus artigos com outros artigos que tenham relação com o assunto em questão, pois, se o internauta chegou até seu blog por este assunto, com certeza se interessará por assuntos semelhantes.
Um outro ponto positivo, é apontar para assunto relacionado em sites externos confiáveis, além disto, usar a cultura de escrever em outros canais (“Guest Post” um post escrito por um alguém que não é dono site/blog, ou seja, um autor convidado ou que se ofereça para escrever um artigo para aquele canal), esta é uma forma de divulgar seu trabalho e ter links vindos de outros sites e blog de maior expressão ganhando uma maior reputação.
3 – Explorar as mídias sociais por meio do seu canal
Uma grande falha que vejo em meio aos iniciantes em mídias é focar todo o trabalho somente nas mídias, esquecendo de seu canal oficial (site/blog).
Entenda que mídias sociais são apenas meios para divulgar seu canal , e que com o tempo elas perdem expressão ao ponto de chegar a não ter quase acesso, um grande exemplo disto é o “Orkut”. Então foque tudo sempre em seu canal.
Quanto mais mídias sociais estiverem apontando e mensionando seu canal, melhor avaliado pelo Google ele será, pois, o mecanismo de busca analisa quão influente seu canal é em outras mídias, melhorando seu posicionamento por conta disto.
4 – Não Copiar conteúdo
Jamais copie conteúdo de outro canal, mesmo que informe a fonte, o Google não perdoa quem copia conteúdo, e penaliza drasticamente quem utiliza destas práticas.
5 – Fazer parcerias com os sites/blogs certos
Não faça parceria com um site ou blog somente porque o autor é seu amigo, isto levará seu canal a perder posições no mecanismo de busca.
Procure realizar parcerias com canais que falem de assuntos relacionados com o mesmo tema que você escreve, pois, neste caso, você ganhará reputação se o canal divulgado tem um melhor posicionamento em relação ao seu.
6 – Quantidade de Palavras
A regra de SEO sugere um texto com no mínimo de 300 palavras, mas, não fique preso a esta regra, escreva o seu texto livremente, considere sempre ter a palavra chave presente dentro do seu texto, isto é mais importante.
7 – Um título estratégico para cada página
Quando criar páginas em seu site/blog, elabore bem os títulos de tal forma que cada página explore o conteúdo, destacando a palavra-chave presente nela.
8 – Pesquisar palavras chaves
Não escreva de qualquer forma, pense, pesquise, descubra qual é a melhor palavra-chave para utilizar na produção do seu artigo e que seja encontrada facilmente pelo seu público-alvo.
9 – Escrever para as pessoas
Quando utilizamos as regras de SEO, queremos chegar até as pessoas que procuram pelo nosso conteúdo, então, tome cuidado para seu blog não ficar perfeito demais para as regras do Google, porém, sem sentido para o internauta, a meta é escrever para seus leitores.
10 – Escrever com regularidade
Uma falha que muitos blogueiros cometem é justamente abandonar seu blog/site, o Google leva isto em consideração, pois, canais desatualizados não são listados na busca quando uma pesquisa sobre aquele assunto é realizada.
Sabemos que não basta simplesmente ter um canal na internet e ficar publicando um artigo seguido do outro, sem utilizar as técnicas de SEO ”Search Engine Optimization” (numa tradução livre , podemos dizer que SEO são técnicas para colocar seu site nas primeiras posições dos mecanismos de busca, como o Google por exemplo).
Vejamos uma lista com 10 dicas importantes.
1 – Palavra chave no título
Quando você escreve um artigo naturalmente faz para um público-alvo, logo, precisará descobrir qual é a palavra mais importante para inserir no título, no sub-título, no parágrafo e na área de descrição de seu artigo.
É fundamental descobrir aquela palavra que possivelmente o internauta usará para encontrar seu conteúdo .
2 – Linkar para artigos internos e externos (Link Building)
Outro fator importante e estratégico é linkar seus artigos com outros artigos que tenham relação com o assunto em questão, pois, se o internauta chegou até seu blog por este assunto, com certeza se interessará por assuntos semelhantes.
Um outro ponto positivo, é apontar para assunto relacionado em sites externos confiáveis, além disto, usar a cultura de escrever em outros canais (“Guest Post” um post escrito por um alguém que não é dono site/blog, ou seja, um autor convidado ou que se ofereça para escrever um artigo para aquele canal), esta é uma forma de divulgar seu trabalho e ter links vindos de outros sites e blog de maior expressão ganhando uma maior reputação.
3 – Explorar as mídias sociais por meio do seu canal
Uma grande falha que vejo em meio aos iniciantes em mídias é focar todo o trabalho somente nas mídias, esquecendo de seu canal oficial (site/blog).
Entenda que mídias sociais são apenas meios para divulgar seu canal , e que com o tempo elas perdem expressão ao ponto de chegar a não ter quase acesso, um grande exemplo disto é o “Orkut”. Então foque tudo sempre em seu canal.
Quanto mais mídias sociais estiverem apontando e mensionando seu canal, melhor avaliado pelo Google ele será, pois, o mecanismo de busca analisa quão influente seu canal é em outras mídias, melhorando seu posicionamento por conta disto.
4 – Não Copiar conteúdo
Jamais copie conteúdo de outro canal, mesmo que informe a fonte, o Google não perdoa quem copia conteúdo, e penaliza drasticamente quem utiliza destas práticas.
5 – Fazer parcerias com os sites/blogs certos
Não faça parceria com um site ou blog somente porque o autor é seu amigo, isto levará seu canal a perder posições no mecanismo de busca.
Procure realizar parcerias com canais que falem de assuntos relacionados com o mesmo tema que você escreve, pois, neste caso, você ganhará reputação se o canal divulgado tem um melhor posicionamento em relação ao seu.
6 – Quantidade de Palavras
A regra de SEO sugere um texto com no mínimo de 300 palavras, mas, não fique preso a esta regra, escreva o seu texto livremente, considere sempre ter a palavra chave presente dentro do seu texto, isto é mais importante.
7 – Um título estratégico para cada página
Quando criar páginas em seu site/blog, elabore bem os títulos de tal forma que cada página explore o conteúdo, destacando a palavra-chave presente nela.
8 – Pesquisar palavras chaves
Não escreva de qualquer forma, pense, pesquise, descubra qual é a melhor palavra-chave para utilizar na produção do seu artigo e que seja encontrada facilmente pelo seu público-alvo.
9 – Escrever para as pessoas
Quando utilizamos as regras de SEO, queremos chegar até as pessoas que procuram pelo nosso conteúdo, então, tome cuidado para seu blog não ficar perfeito demais para as regras do Google, porém, sem sentido para o internauta, a meta é escrever para seus leitores.
10 – Escrever com regularidade
Uma falha que muitos blogueiros cometem é justamente abandonar seu blog/site, o Google leva isto em consideração, pois, canais desatualizados não são listados na busca quando uma pesquisa sobre aquele assunto é realizada.
Blog, saiba como avaliar
Saiba como avaliar seu blog utilizando ferramentas de análise
Sabemos que não basta simplesmente escrever um artigo seguido do outro para ter milhares de acesso, é necessário muito mais que isto.
Precisamos ter em mente uma estratégia, um plano de ação, entender quem é o nosso público, e uma série de outros fatores antes de começar a escrever
.
Feito este planejamento e colocado em prática, chega o momento de avaliar se o trabalho foi bem sucedido. É neste ponto que muitos blogueiros cometem erros, pois, fazem avaliações superficiais. Muitos avaliam o resultado de sua ação pelo número de comentários, outros pelo número de curtições, entre outras análises, na verdade, precisamos analisar vários fatores que irão muito além destes itens.
Que ferramenta utilizar?
O Google Analytics é uma ferramenta que mostrará as estatísticas de acesso ao seu blog com dados bem completos, porém, não mostra por exemplo, erros estratégicos que precisam ser corrigidos.
Uma Ferramenta para avaliar a estrutural do blog é o Google Webmaster, porém, esta é uma ferramenta mais técnica, voltada para profissionais da área.
A Aplicação que lhe mostrará dados básicos, porém essências para correção de algumas ações em seu blog é o http://blog.grader.com/
Sabemos que não basta simplesmente escrever um artigo seguido do outro para ter milhares de acesso, é necessário muito mais que isto.
Precisamos ter em mente uma estratégia, um plano de ação, entender quem é o nosso público, e uma série de outros fatores antes de começar a escrever
.
Feito este planejamento e colocado em prática, chega o momento de avaliar se o trabalho foi bem sucedido. É neste ponto que muitos blogueiros cometem erros, pois, fazem avaliações superficiais. Muitos avaliam o resultado de sua ação pelo número de comentários, outros pelo número de curtições, entre outras análises, na verdade, precisamos analisar vários fatores que irão muito além destes itens.
Que ferramenta utilizar?
O Google Analytics é uma ferramenta que mostrará as estatísticas de acesso ao seu blog com dados bem completos, porém, não mostra por exemplo, erros estratégicos que precisam ser corrigidos.
Uma Ferramenta para avaliar a estrutural do blog é o Google Webmaster, porém, esta é uma ferramenta mais técnica, voltada para profissionais da área.
A Aplicação que lhe mostrará dados básicos, porém essências para correção de algumas ações em seu blog é o http://blog.grader.com/
O que faz esta ferramenta?
O http://blog.grader.com/ realiza
uma análise do seu blog, apresentando o que pode ser melhorado e qual
sua pontuação em relação a cada item, também mostra pontuação geral que
vai de 0 a 100.
Para ter acesso ao serviço é necessário
informar o link do blog e seu e-mail, após o cadastro o sistema exibirá
as estatísticas do seu canal.
Obs: A ferramenta está em inglês, mas nada que não se resolva com a tradução do Google Chrome.
Saiba quais páginas você está curtindo no Facebook
Vejo que este é um questionamento de muitas pessoas, pois elas
começam a curtir tantas páginas que chega um momento que não sabem mais
de onde vem tanta informação.
Seguir muitas páginas acaba não sendo uma ação positiva, pois, ocorre que algumas destas páginas postam tantas informações durante o dia, que você não recebe o conteúdo de outra que as vezes pode ser mais interessante do que a que você recebe informação o tempo todo.
Faça um filtro
É necessário de tempos em tempos fazer um filtro entre as páginas que você acompanha e analisar alguns pontos básicos:
- Páginas que não postam mais conteúdos (páginas mortas);
- Páginas que postam conteúdos que não agregam valor para seu perfil;
- Páginas que postam conteúdo em excesso e atrapalha o recebimento de noticias de outras páginas;
- Perfis de amigos que foram transformados em páginas, e que você não escolheu estar nestes canais.
Como saber quais páginas eu sigo e como deixar de curtir?
Para que você veja quais são todas as páginas que é fã, acesse o link https://www.facebook.com/ browse/other_connections_of/, no qual você verá todas as páginas que é fã.
Sei que vai se assustar em ver a quantidade de páginas que segue, isto ocorre, pois durante o tempo todo sempre temos um convite para seguir alguma coisa no Facebook.
Para fazer uma faxina e diminuir consideravelmente as páginas que está curtindo, simplesmente clique na opção “Curtir (desfazer)”, lembrando que é interessante fazer esta limpeza a cada mês, se você lembrar é claro, pois isto permitirá dar maior atenção aos assuntos que você realmente deseja acompanhar.
O excesso de informação é um dos graves problemas da geração atual, pois é tanto conteúdo que a pessoa acaba não assimilando nada, por este motivo faça esta reorganização em seu Facebook, para que você possa manter o foco.
Fonte: Aqui
Seguir muitas páginas acaba não sendo uma ação positiva, pois, ocorre que algumas destas páginas postam tantas informações durante o dia, que você não recebe o conteúdo de outra que as vezes pode ser mais interessante do que a que você recebe informação o tempo todo.
Faça um filtro
É necessário de tempos em tempos fazer um filtro entre as páginas que você acompanha e analisar alguns pontos básicos:
- Páginas que não postam mais conteúdos (páginas mortas);
- Páginas que postam conteúdos que não agregam valor para seu perfil;
- Páginas que postam conteúdo em excesso e atrapalha o recebimento de noticias de outras páginas;
- Perfis de amigos que foram transformados em páginas, e que você não escolheu estar nestes canais.
Como saber quais páginas eu sigo e como deixar de curtir?
Para que você veja quais são todas as páginas que é fã, acesse o link https://www.facebook.com/
Sei que vai se assustar em ver a quantidade de páginas que segue, isto ocorre, pois durante o tempo todo sempre temos um convite para seguir alguma coisa no Facebook.
Para fazer uma faxina e diminuir consideravelmente as páginas que está curtindo, simplesmente clique na opção “Curtir (desfazer)”, lembrando que é interessante fazer esta limpeza a cada mês, se você lembrar é claro, pois isto permitirá dar maior atenção aos assuntos que você realmente deseja acompanhar.
O excesso de informação é um dos graves problemas da geração atual, pois é tanto conteúdo que a pessoa acaba não assimilando nada, por este motivo faça esta reorganização em seu Facebook, para que você possa manter o foco.
Fonte: Aqui
Educação a Distância: (In)Definições, Tecnologias e Modelos
Por: Gabriele Greggersen
Para efeitos desse artigo, voltaremos nossa atenção para a mudança nas relações do ser humano com o conhecimento e assim também com a educação, com base em alguns conceitos e modelos.
Alguns têm chamado a nossa a “sociedade da informação”, “sociedade do conhecimento” e até de “sociedade virtual” ou “cibernética”, de crescente “desterriteriolização” (Lèvy).
Graduada em Pedagogia, Mestre e Doutora em Filosofia e História da Educação pela FE-USP, atuando na Universidade Aberta do Brasil (UAB) no Instituto Federal de Santa Catarina (IF-SC) e na Escola Superior de Educação Aberta do Brasil (ESAB). Endereço: Rua Antenor Borges, 210, apto 413, Canasvieiras, CEP 88054-070 Florianópolis – S.C.
1. Conceitos-chave e problematização
Vivemos uma época de mudanças: nos meios de comunicação, no trabalho, nos hábitos cotidianos, nos relacionamentos em especial familiares, no lazer, até mesmo nos valores e na religiosidade.
Para efeitos desse artigo, voltaremos nossa atenção para a mudança nas relações do ser humano com o conhecimento e assim também com a educação, com base em alguns conceitos e modelos.
Alguns têm chamado a nossa a “sociedade da informação”, “sociedade do conhecimento” e até de “sociedade virtual” ou “cibernética”, de crescente “desterriteriolização” (Lèvy).
Na sociedade da informação, vivemos as contradições da saturação de informações que exigem novas competências de acesso, avaliação e gestão da informação e lança cada vez mais pessoas na ignorância dos saberes profundos e não-utilitários, como da literatura clássica, para a qual não resta tempo. Então, tudo indica que, de uma forma ou de outra, o conhecimento mais elaborado, que envolve o sujeito como um todo está sendo substituído pelo acesso cada vez mais veloz às informações necessárias para que ele se mantenha competitivo. Então cabe antes de tudo, distinguir informação e conhecimento, sem qualquer pretensão de esgotamento ou precisão.
A informação aproxima-se do dado na medida em que depende dele para a contextualização da informação. Por exemplo, a informação de que a educação fundamental brasileira vai mal, se quiser ser dotada de credibilidade, precisa fundamentar-se nos dados, por exemplo, dos resultados do SAEB ou do ENEM. Assim, para serem de alguma utilidade, dados e Informações precisam interagir ou se retroalimentar a fim de alçar ao conhecimento.
Outro exemplo são as notícias do jornal, que são interpretadas de maneira diversa pela população e pelo comentarista ou profissional que se encarregou daquela matéria.
Mas o exemplo clássico é o da medicina. O médico colhe dados do paciente para, à luz de seus conhecimentos, interpretá-los em solicitações (informações) que são passadas para o laboratório, que as decodifica para realizar o tipo de exame solicitado. Uma vez colhidos, esses dados voltam às mãos do médico que os traduz para chegar a um diagnóstico, que expressa o conhecimento tanto do médico, mas agora também do seu paciente, uma vez que o tenha inteirado da solução para o problema de saúde.
Assim, chamamos de conhecimento o saber dotado de significado ou sentido, elaborado a partir do dado, processado em informação. Assim, o conhecimento é construído individual ou coletivamente, a partir de dados e informações que são trabalhados no contexto da experiência e das interações entre pessoas, pelo que se tornam significativas e vivenciais.
A novidade dos tempos pós-modernos é que os lugares onde se buscava o conhecimento como enciclopédias, livros e bibliotecas físicas ou aulas presenciais, têm sido em parte substituídas pelo espaço “virtual” ou cibernético. Como elucida Santos (on line):
O prefixo ciber tem sua origem na “raiz grega Kubernetes = “arte do controle”, da pilotagem, da governança. Hoje, está ligado às tecnol. digitais, que se traduzem, paradoxalmente, pela magia (abolição da dimensão clássica de tempo e espaço) e também pela agregação (societária e
comunitária).
comunitária).
Belloni (2001, 65) acrescenta que se trata de um:
termo originário da ficção científica que serve cada vez mais para descrever e delimitar o espaço virtual de comu. e inform. onde se cruzam e ‘interagem’ seres virtuais, conhecimentos científicos e informações prosaicas da vida cotidiana. Quando usamos as redes informáticas para efetuar operações bancárias, reservar hotéis e passagens de avião, ou para mandar mensagens via e-mail, estamos ‘viajando’ no ciberespaço.
Mas o que significa virtual e qual a sua relação com o real? Em seu interessante artigo sobre o assunto, Souza (on-line) fez um levantamento dos sentidos que encontrou para o virtual no mundo ocidental geral:
O que existe como faculdade, porém sem exercício ou efeito atual
• Que não existe como realidade, mas sim como potência ou faculdade
• O que é suscetível de se realizar, potencial, possível
• Que equivale a outro, podendo fazer às vezes deste, em virtude ou atividade
• O que está predeterminado, e contêm todas as condições para sua realização
• Que não existe como realidade, mas sim como potência ou faculdade
• O que é suscetível de se realizar, potencial, possível
• Que equivale a outro, podendo fazer às vezes deste, em virtude ou atividade
• O que está predeterminado, e contêm todas as condições para sua realização
Mas particularmente na acepção anglo-saxônica, temos as seguintes definições:
• Algo que embora não exista estritamente, existe em efeito
• Algo que é tão próximo da verdade que para a maioria dos propósitos, pode ser considerado como tal
• Algo que existe em essência ou efeito, embora não seja formalmente reconhecido e admitido como tal
• Algo cuja existência só pode ser inferida por uma evidência indireta
• Algo que é tão próximo da verdade que para a maioria dos propósitos, pode ser considerado como tal
• Algo que existe em essência ou efeito, embora não seja formalmente reconhecido e admitido como tal
• Algo cuja existência só pode ser inferida por uma evidência indireta
O autor lembra ainda que, no latim, a palavra tem como radical virtus que significa virtude, força, potência; o que imediatamente nos transporta para a ética, que faz pertence ao campo da filosofia, principalmente da ética clássica das virtudes aristotélicas. Em “Estar certo enquanto Homem: as virtudes cardeais redescobertas”, o filósofo e teólogo alemão Josef Pieper (on line) retoma a ética Aristotélica pela vertente tomista, de maneira acessível e atualizada.
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